Iker Casillas

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Resultados serão visíveis após a votação.

btx

Portista Divino
Sim, não havia melhor gajo para a fotografia que o Baía. Tanto era que às vezes lhe corria mal
 

DLX17

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Gostava muito que este acabasse cá a carreira... Acho que isso só depende dele e da vontade de ir baixando substancialmente o ordenado, ainda faz pelo menos 3 épocas de grande nível. Parece mesmo que gosta de cá estar...
 
É verdade. Tanto ele, como a Sara, que antes de vir para cá, dizia coisas que não devia.
Isso foi invenção.

Já agora: a minha mãe chegou a ver uma casa aqui no Porto que lhes foi sugerida. Era incrível e tinha grandes vistas e tal, mas a Sara recusou porque o quarto que seria para a empregada não tinha janelas. Pode parecer estúpido, mas acho que estes pormenores dizem muito de uma pessoa.
 

Lipstatic

Portista Divino
Isso foi invenção.

Já agora: a minha mãe chegou a ver uma casa aqui no Porto que lhes foi sugerida. Era incrível e tinha grandes vistas e tal, mas a Sara recusou porque o quarto que seria para a empregada não tinha janelas. Pode parecer estúpido, mas acho que estes pormenores dizem muito de uma pessoa.
Também o acho. Outra pessoa, assim de cabeça, a mãe do Casillas, não se importaria com aquilo.
 

SD_1986

Portista Divino
CASILLAS NO ONZE IDEAL DA HISTÓRIA DA UEFA

Guarda-redes do FC Porto destacado pelo site oficial do organismo que gere o futebol europeu.

Iker Casillas integra onze ideal da história da UEFA. Com a votação para a Equipa do Ano de 2016 a começar esta segunda-feira, o site oficial do organismo que superintende o futebol europeu aproveitou para destacar os jogadores que, ao longo dos anos, mais vezes figuraram entre os eleitos e criou uma equipa de estrelas, entre as quais o guarda-redes do FC Porto.

Vencedor do Campeonato da Europa de 2008 e de 2012, para além do Mundial de 2010, Casillas, o jogador com mais jogos realizados na Liga dos Campeões - competição que conquistou por três vezes ao serviço do Real Madrid - fez parte da Equipa do Ano da UEFA por seis ocasiões.

O dono da camisola 1 do FC Porto intregra uma equipa que é composta por Sérgio Ramos, Gerard Piqué, Carles Puyol e Philipp Lahm; Gerard, Xavi e Iniesta; Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e Thierry Henry.

FC Porto
 
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Entrevista:
Balanço de ano e meio no FC Porto: "Primeiro balanço: não era o que queria. Sou um ganhador e não consegui ganhar nenhum título pelo FC Porto no primeiro ano, na segunda temporada é difícil, houve muitas mudanças, o clube decidiu assim e logo decidimos retomar as primeiras posições na Liga e nas outras competições. Tivemos a oportunidade de conquistar a Taça de Portugal, numa partida que dominámos do princípio ao fim e, sem darmos conta, ao minuto cinco da segunda parte estávamos a perder 2-0. Fizemos uma boa remontada, mas os penáltis... é que o têm. E o que eu quero é títulos para o FC Porto!"

Taça foi o momento mais triste que teve no FC Porto? "Negativo é quando não podemos conquistar nenhum título depois de fazeres o teu trabalho. A tua intenção é trabalhar no máximo e o que pretendes no final é festejar com os teus companheiros, dirigentes e os adeptos. Tivemos essa oportunidade de chegar a essa final da Taça, que é uma final mágica, em que todo o mundo quer estar, o ambiente, adeptos das duas equipas, o presidente da República, muita gente está à espera dessa partida. Depois de estarmos a perder 2-0, empatámos a dois, depois passámos aos penáltis e isso é sempre uma lotaria. Ficamos tristes, sobretudo pela quantidade de gente afeta ao FC Porto. Não foram só as pessoas de Lisboa que gostam do Porto que foram ao campo, foram de todo o país e do mundo".

Suplente no Jamor: "Já estava mais ou menos assumido pelo treinador que o Helton merecia a confiança nesta competição. E o que eu podia fazer apenas era apoiá-lo. Mas realmente é um ambiente diferente, aconteceu comigo em Espanha, vivi algumas dentro de campo e outras fora, mas sempre de uma forma muito excitada".

Momento positivo: "Recordo-me do jogo com o Benfica aqui no Dragão na época passada, ganhámos 1-0. O clima era impressionante, até nos dias que antecederam a partida. Aqui é que te dás conta que os clássicos são os clássicos".

Motivo para escolher o FC Porto: "Foi uma decisão complexa, mas dado que a etapa no Real Madrid estava a chegar ao fim desde janeiro/fevereiro de 2015, mais do que nada pelo ambiente que estava a viver, já pensava antes em tomar uma decisão. E chegámos ao momento certo, em que teríamos de pensar e escolher e creio que o melhor para todos era que saísse de Madrid. Era o encerrar de uma etapa. Tinhas de reagir, pensar friamente e acho que era o momento. Cheguei a pensar em deixar o clube no ano anterior, depois de ganhar a Champions em Lisboa, mas por circunstância do clube e a nível geral, decidiram que tinha de sair outro companheiro, que foi o Diego para o Milan e eu segui mais um ano. Mas o ambiente era muito complicado... Depois de Lisboa, já tinha falado com pessoas do clube em deixar o Real, não abandonar a carreira. Ganhei a Taça de Espanha e a Liga dos Campeões em 2014. Era melhor ser assim, tranquilamente. Mas, perante o que se passou, ficou provado que o melhor era mesmo não ter continuado. De todas as possibilidades que se colocaram, esta era a que mais me agradou, pois não segui vinculado a Espanha, nunca sabe o que podia acontecer. Tinha de mudar de ares, apesar de ser uma pessoa muito agarrada ao seu país e à sua cidade, aos seus amigos, à sua gente. Isso era um problema para mim. Mas o Porto como estava perto de Espanha, na Península Ibérica e é um clube que considero um grande, optei por vir para ajudar o clube a voltar a ser campeão".

Influências para a decisão: "Sabia que havia também outros jogadores espanhóis que jogavam aqui e isso abria as portas. Isso era bom, sobretudo para o início".

Um FC Porto-Benfica e um Barcelona-Real Madrid: "Vamos a ver... É diferente porque um Barcelona-Real é visto num contexto mundial, mas se as pessoas sabem que há um FC Porto-Benfica ou um Benfica-FC Porto querem vê-lo. São jogos que todos os aficionados do futebol gostam. Eu, por exemplo, quando estava em Espanha e sabia que havia um FC Porto-Benfica gostava de ver pela televisão. Quando há um Boca-River também queres vê-lo. É a paixão pelo futebol, os estádios cheios, um FC Porto-Benfica também é conhecido a nível mundial"

Ano e meio sem arrependimentos: "Não, não, arrepender-me não! Dei este passo com ganas e vontade e sabendo das suas consequências. Na verdade, no primeiro ano não estive bem, sofri uma mudança, estive 25 anos no mesmo clube, na mesma cidade, estava também no foco mediático de toda a imprensa. À parte de jogadores de futebol, também somos pessoas, humanos, mas às vezes há que se esqueça disso. Mas quando está adaptado, mais tranquilo, tu mesmo dás contas de onde estás e de onde podes chegar. Ir mais além. O facto de não ser alvo da imprensa, não ir à seleção, tudo isso deu-me mais tranquilidade e sinto-me melhor em campo".

Época sem títulos: "Não gosto de passar um ano sem ganhar títulos. Estive no Real Madrid e ganhei sempre títulos e quando não ganhava ficava triste pelos adeptos, e quando vim para o Porto sabia que era uma equipa que tinha qualidade para conseguir competir e alcançar títulos. A nível da Europa é mais difícil, mas podemos conseguir a Liga. Acabámos a Liga a 13 e a 14 pontos do Sporting, isso não pode ser. Uma equipa como o FC Porto não pode estar a uma distância dessas do Benfica e do Sporting para lutar pelo título. Tivemos a Taça e também ninguém gosta de perder uma final, seria melhor termos ganho, mas não conseguimos..."

O que correu mal na época passada: "Foi uma etapa de muitas mudanças. Era uma equipa a quem era exigido tudo, creio que terminou bastante bem, é certo que na Champions saímos cedo, depois fomos eliminados na Liga Europa, pois não tivemos sorte no sorteio e calhou-nos o Borussia Dortmund, uma grande equipa muito mais armada neste momento. Aliás, quando decorreu a eliminatória estávamos com muitas baixas, jogadores que não atravessam um bom momento, lesionados. Depois saiu o Lopetegui, estivemos três semanas com o Rui Barros, depois veio o Peseiro, muitas mudanças, jogadores que saíram, outros que vieram. Tivemos a hipótese de ganhar a Taça, mas em momentos pontuais da Liga falhámos e, francamente, acho que a culpa foi dos jogadores. Houve momentos em que podíamos ter ido mais além, em outras a sorte não quis nada connosco".

Título: "Queremos competir e lutar pelo título. Não pode suceder o que aconteceu o ano passado, em que faltavam quatro jornadas e já estávamos arredados da luta. Tivemos um mês sem ter essa meta, pois só depois competíamos a pensar na Taça de Portugal. Sabemos que não ser fácil, mas para chegar a esse momento teremos de competir desde hoje... O mais importante é competir no dia a dia".

FC Porto equipa mais forte? "É a equipa que mais evoluiu. Apesar de mudar, cresceu mais do que os rivais. As outras equipas mantiveram os seus blocos, nós tivemos de fazer entrar jogadores e mostrar-lhes o que é a equipa, o clube e a cidade. Isso não é fácil. Nesse sentido, acho que o FC Porto é o que se adiantou mais".

Concorrência: "O Sporting tem uma equipa consolidada. Eu conhecia pouco mas as pessoas dizem-me que o Jorge Jesus coloca as suas equipas muito duras, compactas. E nota-se na forma de jogar. Benfica tem sido o campeão, ganhou três Ligas seguidas e nós não temos esse ADN de campeões, mas precisamos de voltar a sentirmo-nos importantes e sermos campeões. E que os rivais nos respeitem, mas temos a missão de ganhar. Isso é o que temos de tentar conseguir. Vamos a meio, creio que nos faltou em algumas partidas que empatamos a zero esse espírito ganhador. Estamos no bom caminho, estamos em dezembro, estamos bem, por falta de sorte estamos fora da Taça de Portugal, mas estamos na luta e é assim que temos de estar em fevereiro e março. Lutar pela Liga, que é o que nos dá de comer, o que gostamos no dia a dia, lutar também pela Taça da Liga e esperar para ver o que dará a Champions League.

Benfica e Sporting: "Eu gostei mais do Sporting. Perdemos em Lisboa e com o Benfica empatámos, foi um milagre, muita sorte, mas isso conta dentro do futebol. Mas esse empate no Dragão não foi justo para nós, na primeira parte podíamos ter feito tranquilamente o 2-0 ou o 3-0, mas na segunda fomos penalizados. Isso também faz parte da experiência, há que aprender. Em Alvalade, o árbitro influenciou bastante no resultado, não sei o que lhe passou pela cabeça naquele momento, mas também não foi um resultado justo sobretudo a nível de arbitragem. Jogar fora é complicado, mas os dois golos do Sporting não foram justos".

Campeonato português: "É uma competição dura, pois vais jogar a campos duros, que não são tão espetaculares como o de Braga, Guimarães, Belenenses, Sporting, Benfica ou o Dragão. Podemos perder pontos em partidas como a que jogamos com o Feirense. Mas em campos pequenos, qualquer livre para a área, qualquer canto, é praticamente uma ocasião de golo. Se facilitas, não estás atento, podes perder pontos".

2015/16 com Lopetegui e Peseiro: "Todos tivemos responsabilidades. A verdade é que estávamos bem nas diferentes competições, mas o clube decidiu que houve dois resultados que não foram bons e deu-se a mudança. Há que respeitar, e apostaram no Rui Barros e depois no Peseiro. A equipa mudou, esteve diferente do que tínhamos visto, mas pagámos também a fatura das lesões, jogadores importantes que estiveram lesionados. E isso não foi bom. Essas coisas foram as que determinaram o desfecho da época. Acabou como acabou... A final da Taça foi um exemplo do resto da temporada. Havia que felicitar o Braga, os seus adeptos pela conquista, mas creio que foi uma equipa que fez muito pouco para estar a ganhar 2-0 ao minuto 50".

Nuno Espírito Santo: "Joguei contra ele na sua etapa no Osasuna, conhecia de quando era treinador do Valência. Em Espanha as pessoas são exigentes, e creio que não houve calma com as exigências que tiveram com ele. Aqui foi um jogador do clube, portista e creio que lhe estão a dar a tranquilidade para que isto siga bem".

Balanço do trabalho com Nuno: "Eu gosto. É um treinador dinâmico, que exige, que fala na cara quando tem de falar, e isso é bom. Deixa os jogadores falar, há que haver uma relação de falar, opinar, sempre com respeito mútuo".

Época atual: "Tem sido um ano de muitas mudanças outra vez. Saíram uns, entraram outros jogadores, jogadores jovens inclusive. E isso não é fácil. Temos o Benfica e o Sporting que já estão mais armados, com jogadores que já jogam juntos há algum tempo, mas nós não. Houve mudança de treinador, têm que assimilar as matrizes que preconiza o mister, o mister tem de entender também a equipa que tem, os seus jogadores. Mesmo com isso tudo, creio que a temporada está a ser boa, está a correr bem. Porquê? Porque conseguimos uma qualificação na Champions, é certo que caímos na Taça de Portugal - creio que injustamente, pois não pudemos acabar 0-0 essa partida -, mas não foi só pela nossa responsabilidade, mas por outras pessoas que têm responsabilidade no jogo, más decisões, todos somos humanos e erramos, evidentemente. A Taça da Liga é muito importante para nós, porque é o último título do ano e o FC Porto tem de lá estar, em Faro. É verdade que houve duas ou três partidas em que não estivemos com sorte, mas estamos aí. Não dependemos de nós, é certo, mas ainda há muito caminho para percorrer esta temporada. Às vezes, quando as coisas não correm bem, têm de retirar coisas positivas. Se se passasse igual ao ano passado, teríamos perdido a maioria das partidas. Este ano, pelo menos, deixamos de sofrer golos em muitos jogos. O grupo está mais homogéneo e mais forte".

Arbitragens: "Eu parto do princípio que a responsabilidade é nossa, somos responsáveis de não meter mais vezes a bola na baliza adversária. Agora, dentro do terreno de jogo há também um árbitro que tem de decidir no momento uma decisão que ocorre ou não. São pessoas, como nós, e que há que entender quando apita ou não. Mas eles também têm responsabilidade. É igual à nossa. Podemos falhar e não meter um golo, eles errar numa decisão".

Jogo da Taça em Chaves: "Por exemplo, e é o que me vem a cabeça e mais me intranquiliza, porque nos afastou de uma competição, foi o da Taça de Portugal. Desta vez nem merecemos chegar ao prolongamento, quanto mais aos penáltis. O FC Porto foi prejudicado ao não passar à ronda seguinte. E na Liga, o do Sporting. Não vou falar do Tondela ou Setúbal, pois acho que somos nós os culpados porque não conseguimos marcar golos. Mas os dois golos do Sporting são precedidos de dois erros claríssimos que o árbitro não vê. Os jogadores deram mão, prejudicaram-nos claramente".
 

DiogoFilipe

Portista
Então aqui há uns tempos o pdc e o próprio Iker já não tinham confirmado que a clausula de opção, de prolongar o contrato dos dois para três anos, tinha sido acionada?
 
Iker vuelve a ser santo. Absolutamente decisivo, sem ele não tínhamos ganho. Se mamasse 3 ou 4 frangos ainda continuava com saldo positivo.
 
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